Chegamos à nossa
segunda parada na Islândia, Isafjordur, a maior das cidades dos fiordes do
oeste, com apenas 3.000 habitantes, localizada em um fiorde do mesmo nome. Até
algum tempo atrás a região vivia apenas da pesca e seu processamento. Com o
desenvolvimento tecnológico, essa indústria passou por diversas transformações para
melhorar a não apenas a quantidade, mas principalmente a qualidade do produto,
que é a principal fonte de renda. A população passou também a se envolver com o
crescente turismo na região.
O navio fica ao
largo e temos que vir à terra de tender, no mesmo sistema de ticket de horário.
Dentre as várias excursões oferecidas: ver baleias, passeio de caiaque no
fiorde, passeio de barco no fiorde, etc..., escolhemos “Vida e cultura em Isafjordur”. Nossa
excursão seria só no período da tarde e o ponto de encontro seria no próprio
píer da cidade, o que nos deixava com tempo livre para caminhar pela cidade,
comprar suvenir, etc...
No píer tinha um
quiosque de Informações e conseguimos um mapa local com indicações de atrações
e então saímos caminhando. A cidade é pequena, porém bem simpática. Ruas
calmas, bem organizadas, limpas. Um centrinho com comércio e alguns cafés e
restaurantes.
Passamos pela
Catedral, que fica ao lado do cemitério, mas não pudemos visitar pois estava
havendo um velório.
Depois entramos
em uma igreja católica, bem simples, bonitinha e aconchegante – Igreja de S.
João Evangelista.
Passamos por uma
escola bem arrumadinha, com algumas crianças brincando no parquinho. Tudo muito
limpo.
Uma coisa
interessante, a cidade deve ser tão segura que as pessoas deixam carrinhos de
bebês na porta de casa!!!
Andamos pelas
ruas vendo casas, prédios, os barcos no píer etc. Paramos num café para fazer
um lanche e terminamos em frente a uma cervejaria local – Dokkan Brugghus,
próximo ao cais. Todos os lugares aceitam cartão e euros.
À tarde saímos na
nossa excursão – demos um giro pela cidade, que já tínhamos conhecido e seguimos
para a nossa primeira parada fora da cidade, uma cachoeira em Skutulsfjordur.
Era uma cachoeira pequena que seguia em um rio de águas cristalinas. Demoramos
um pouco por lá e seguimos adiante. Não havia motivo para demorar por lá!!!
Em seguida paramos
no Centro Cultural, onde havia um Museu marítimo, um Museu Histórico e um
Centro Cultural. Ali pudemos saber um pouco da vida e dos costumes locais.
Provamos um peixe seco e uma bebida horríveis!!!
De lá seguimos
para um vilarejo próximo, Bolungarvik, onde um pescador local, vestido a
caráter, nos deu algumas explicações sobre a vida, os hábitos, as roupas, os
equipamentos usados na pesca. Tudo muito rústico e primitivo.
A próxima parada
foi num Centro Cultural onde uma moça cantou para nós músicas típicas do
cancioneiro local. Melodias bem tristes.....
Terminando a
excursão voltamos para o píer já com o horário “vencido” e pegamos o tender
para voltar ao barco que zarpou as 18:00 hs. Achamos essa excursão bem fraca –
pouca coisa, muita enrolação e cara para o que oferecem!!!
De volta ao barco
foi uma correria para tomar banho e se arrumar para o show das 19:00 hs. O show foi “London Calling”, que não foi dos melhores. Um ponto bem
ruim era a iluminação que deixava o palco escuro e projetava a luz na plateia,
causando incômodo! Depois do jantar, festa Viking na boate, muito animada.
Uma coisa que
observamos em relação às excursões é que para quem estivesse no primeiro
horário do jantar (17:45 hs) não ia dar certo com as excursões chegando no
final da tarde. Não daria tempo tomar banho, trocar de roupa, etc...
Também não
gostamos do fato do navio não dar informações antecipadas sobre o horário das
excursões – a gente não sabia se seriam pela manhã, à tarde, no meio do dia, e
não dava para a gente se programar. Nem sabíamos quando as compramos (3 meses antes do cruzeiro), e só
ficávamos sabendo na véspera, às 20:30 hs! E não eram só as programações das excursões, mas na verdade eram todas as programações do navio para o dia seguinte. Nesse mister a TV dos camarotes não serviam para nada e fizemos bastantes reclamações sobre isso, inclusive na crítica que fizemos após o cruzeiro, via site.
Amanhã chegaremos
a Reykjavik onde ficaremos dois dias.



















































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