Nosso destino
hoje era a cidade de Hannover, distante 159 km de Hamburgo, capital e maior
cidade da Baixa Saxônia, com cerca de 520.000 habitantes, situada às margens do
Rio Leine.
Hannover é uma
cidade cosmopolita e menos turística, com suas atrações mais espalhadas. A
cidade é mais famosa por suas feiras tecnológicas e comerciais do que
propriamente por turismo. Como fizemos anteriormente procuramos um
estacionamento próximo ao Tourist Information, ao lado da Estação Central (HBF),
deixamos o carro e fomos lá pegar mapas, informações, etc...
Para conhecer a
cidade é possível usar o Hop on Hop off, mas como era domingo o horário dos
ônibus era reduzido e íamos perder muito tempo esperando a saída. Também
achamos o roteiro pequeno e o preço alto – 18 euros.
Outra opção é
fazer o tour da Linha Vermelha – você compra um Guia (livro) no Tourist
Information (3,6 euros) e segue uma linha vermelha pintada no chão pela cidade
que passa pelas atrações – 4,5 km no total.
Fizemos nosso
próprio tour juntando as atrações que pesquisamos na web – Sygic Travel + guia
da cidade. Nossa primeira parada foi na Opera
de Hannover, um teatro em estilo clássico do sec. XIX, reconstruído no sec. XX.
Em frente ao teatro havia uma feira de vinhos onde alemães bebiam bem animados.
Dali seguimos
para a Aegidienkirche, uma das três igrejas da cidade antiga. Ela foi destruída
na II Guerra e foi deixada em ruínas como um memorial de guerra. Lá dentro há o
sino da liberdade.
Em seguida o
belíssimo prédio do New Town Hall, inaugurado no início do sec. XX, é um
magnífico prédio em estilo de um castelo da era de Guilherme II. O prédio
localiza-se em um belo parque – Maschpark, com lago (Maschsee), local para
caminhadas etc. É possível subir em um elevador inclinado para ver a vista da
cidade.
Continuamos
caminhando em direção ao centro histórico, ou Old Town, o primeiro distrito de
Hannover, que consiste em alguns prédios antigos, inclusive a Old Town Hall e
algumas igrejas (Marktkirche), restaurantes, lojas e a praça central, Am Markt.
Por ser domingo, as ruas estavam bem vazias, até mesmo os restaurantes não
tinham muita gente. Logo em frente estava o Markethall, o mercado, que estava
fechado!
OLD TOWN HALL
Seguimos adiante em direção ao rio, passamos por uma rua de casas em estilo enxaimel - Krannerstrasse – e em seguida por um portão, o Marstalltor, parte de uma construção que parecia remanescente de uma fortificação.
Ao lado do rio estão algumas esculturas
coloridas as “Nanas”, da artista francesa Niki Saint Phalle. Em estilo moderno,
com aparência infantil, foram bastante controversas na cidade.
Como não achamos nenhum local agradável
aberto para almoçar, caminhamos de volta para a região da HBF onde havíamos
passado por um restaurante de comida da Bavária – Bavarium Alm – e comemos
muito bem. O local era muito agradável, aberto, com enormes mesas. O dia estava
quente e pedia uma cerveja. Eu comi um delicioso Leberkas (lembrei de Munich) e
o Beto umas Bratwurst e tomamos uma boa cerveja.
Depois pegamos o carro e ainda passamos
pelo prédio da Universidade, que era muito bonito e seguimos para o
Herrenhausen Garden, ou Royal Gardens, um complexo de jardins muito elaborados
que é a joia da coroa de Hannover. Ele engloba o Jardim Botânico, o Sea Life,
Biblioteca, Jardim Georgiano, um centro de Convenções, Jardins ornamentais com
fontes e pavilhões para concertos, enfim é um programa para um dia inteiro.
Na volta pegamos engarrafamento na estrada
que estava com um trecho em obras. E assim o dia ficou bem longo....
À noite jantamos num restaurante chinês
próximo ao nosso hotel – China Golden, muito bom. Comemos bem e barato e fomos
muito bem atendidos.
Amanhã visitaremos a cidade medieval de
Lübeck.





























































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