Tivemos mais um
dia de navegação com as mesmas atividades já descritas em postagem anterior. O
tempo continuava bem ruim, com muito vento e, consequentemente qualquer
tentativa de programação outdoor foi prontamente cancelada. Ficamos
mesmo com academia, leitura, descanso, etc...
O show da noite
foi o melhor – Sensação – dança flamenga. E depois, festa White Night no
Shaker, a mais animada. Então, nos esbaldamos!!
No dia seguinte
chegamos a Kirkwall, a capital das Ilhas Orkney, um arquipélago de 70 ilhas na
costa nordeste da Escócia, considerada hoje um dos principais destinos dos
cruzeiros da região.
Além da cidade,
há atrações turísticas de interesse nos arredores como o Skara Brae, uma vila
neolítica de 5.000 anos de idade; as Standing Stones e o Ringo of Brogar,
círculos cerimoniais com cerca de 5.000 anos. A cidade de Kirkwall é um bom
centro de compras para produtos de lã manufaturados, uísques e bolos de aveia.
A meteorologia
deu uma trégua e a temperatura foi para 10-12 graus com um pouco de sol. O
navio parou no porto, que era afastado da cidade, mas havia um serviço de
shuttle da própria cidade, sem custo, a cada 10-15 minutos, para levar os
passageiros ao centro.
O ônibus parava
no Centro de Visitantes e ali havia um quiosque distribuindo brochuras com
mapas e informações da cidade, além de loja de suvenir e banheiros. Nessa
cidade também optamos por não fazer excursões do navio e passear por conta
própria.
A cidade é bem
simpática e tem um ar bem “britânico”. As pessoas são educadas e atenciosas.
Saímos caminhando
pela rua para ver/visitar as principais atrações. A primeira era a Destilaria –
entramos só no bar/recepção e não fizemos a visita pois além de cara ainda era
muito cedo para tomar uísque. Na destilaria também produziam gim e vimos um gim
cor-de-rosa.
Andamos pelas
ruas com casas de pedra, passamos pelo píer com muitos barcos. Tudo muito limpo
e organizado. Entramos em uma ótima loja de suvenir onde compramos nossos imãs
e alguns presentes.
Chegamos à praça
principal onde estava o Town Hall, o Museu da Cidade e a Catedral, uma igreja
anglicana de 1115. A igreja é toda de pedra, com belos vitrais e muito bonita.
Lá dentro há uma espécie de altar com uma homenagem aos 933 mortos quando o HMS
Royal Oak em foi afundado em 1939 por um submarino alemão.
Andamos até as
ruínas dos palácios do Bispo e do Conde, que eram construções importantes da
cidade. Passamos por uma torre de pedra que era um antigo portão da cidade.
Entramos no Museu
da Cidade e demos um rápido giro por seu belo jardim e pela exposição do Royal
Oak. É um pequeno prédio antigo, com um pátio central e um jardim interno, e
alguns andares com exposições históricas.
Fomos então
caminhando lentamente pelas ruas até o centro de visitantes onde pegamos nosso
shuttle de volta ao porto até o navio.
À noite o show
foi de Musicais do cinema. Mais tarde teve show de talentos com os próprios
tripulantes do navio – alguns eram bons, mas tinham uns fraquinhos. Fomos até o
Shaker mas estava desanimado.
Amanhã será nosso
último dia de cruzeiro – um dia inteiro de navegação até Hamburgo.























































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