domingo, 14 de julho de 2019

12⁰ DIA 14 JUL - REYKJAVIK (Islândia)

Chegamos ao nosso terceiro e último porto na Islândia, a capital Reykjavik, a maior cidade do país, com cerca de 115.000 habitantes. Os primeiros colonizadores da Islândia foram os noruegueses e os celtas nos sec. IX e X. Em 1845 o país se tornou independente da Dinamarca e Reykjavik se tornou a capital.


Aqui ficaremos dois dias e escolhemos duas excursões que nos darão uma ampla visão da beleza e da cultura desse país.

O porto fica um pouco distante da cidade e o navio disponibiliza um shuttle ao custo de 22 euros por dia (caro!!!). Também é possível usar transporte público para se deslocar para a cidade. Para quem não quisesse as excursões do navio, também era possível usar o Hop on Hop off. 


Nossa excursão hoje era “Banho na Lagoa azul e Panorâmica de Reykjavik”, durava cerca de 6 horas e sem almoço. Optamos por levar um lanchinho do navio, o que foi uma ótima ideia!!! Circulamos um pouco pela cidade e arredores até chegar na Lagoa Azul.

















A lagoa azul é um spa termal localizado a cerca de 40 km de Reykjavik, em uma área geotérmica. A água da lagoa é salgada e tem uma temperatura de 38C. Além do efeito relaxante de suas águas quentes em um país frio, a concentração de algas e sais minerais é eficiente no combate ao envelhecimento e no tratamento de doenças de pele. No local foi construída uma estrutura de apoio com vestiários, restaurante, spa, etc...





Ao chegar você recebe uma pulseira eletrônica que controla a entrada, o pagamento e o armário do vestiário. A entrada dá direito a uma toalha, uma máscara de sílica e a uma bebida, alcoólica inclusive. Se você pagar o pacote Premium, também dá direito a um roupão e chinela de borracha e mais algumas coisinhas (https://www.bluelagoon.com/).





Ao entrar, homens e mulheres se separam e entram nos seus vestiários ondem deixam suas coisas nos armários e vestem a roupa de banho. É necessário tomar banho de chuveiro, com sabonete e sem roupa. Nos chuveiros há sabonete líquido, shampoo e condicionador, e creme hidratante corporal. Como a água da lagoa é muito rica em sílica e outros minerais, isso deixa os cabelos muito duros. Então, ou você não molha os cabelos, ou enche eles de condicionador. Eu optei por colocar uma touca de banho e não molhar.

Depois do banho, a gente segue para a água quentinha da lagoa, que na verdade é um piscinão, e fica já de molho. Num canto tem um “Mud bar”, onde a gente pega a máscara para colocar no rosto. E lá fica todo mundo com a cara branca. Há uma máscara verde, mais elaborada, a um custo adicional.










Passado o tempo estipulado pela excursão, voltamos ao vestiário para banho, troca de roupa etc. Os encarregados pela excursão no navio não nos avisaram que não precisava levar toalha etc já que tinha tudo no complexo. Tem até saco plástico para colocar a roupa molhada.

Na saída do complexo tem uma lojinha que vende vários produtos à base dos minerais e da lama da lagoa.


Ao sairmos de lá viemos por um longo percurso por um panorama vulcânico e bem desértico de volta à Reykjavik. Nosso guia não parava de falar, e pior, era gago!!! A excursão era em italiano e espanhol, e ele que falava em italiano deveria parar para a outra guia falar em espanhol, o que ele não fazia, então as informações estavam sempre defasadas. Muito ruim!!!

Em Reykjavik demos um giro pelos bairros da cidade ouvindo um pouco da sua história. A cidade não é muito grande, mas é organizada, bem limpa e arborizada. Alguns bairros são bem bonitos, e outros nem tanto. Os mais periféricos até são feinhos.








Paramos em uma atração chamada Perlan, um centro de exibição de ciências e um museu da natureza, onde você pode ter uma ampla visão das maravilhas da Islândia. No topo desse prédio há um observatório de onde se tem uma bela vista da cidade em 360 graus.



Como chovia o tempo todo, o passeio e as fotos ficaram prejudicados.

Passamos pela catedral, que tem um formato futurístico, mas não entramos; em frente há uma estátua de um viking que explorou a região indo até a Groenlândia e a América.





Mais adiante vimos o Parlamento e o prédio da Ópera – Harpa -  e o centro e voltamos ao navio.


À noite tivemos nosso show – Dancing Hats, bem interessante e não fomos à festa Hollywwod pois além de cansados, a alvorada no dia seguinte seria muito cedo pois tínhamos mais uma longa excursão pelas belezas da Islândia.






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