Chegamos ao nosso
terceiro e último porto na Islândia, a capital Reykjavik, a maior cidade do
país, com cerca de 115.000 habitantes. Os primeiros colonizadores da Islândia
foram os noruegueses e os celtas nos sec. IX e X. Em 1845 o país se tornou
independente da Dinamarca e Reykjavik se tornou a capital.
Aqui ficaremos
dois dias e escolhemos duas excursões que nos darão uma ampla visão da beleza e
da cultura desse país.
O porto fica um
pouco distante da cidade e o navio disponibiliza um shuttle ao custo de 22
euros por dia (caro!!!). Também é possível usar transporte público para se
deslocar para a cidade. Para quem não quisesse as excursões do navio, também era possível usar o Hop on Hop off.
Nossa excursão
hoje era “Banho na Lagoa azul e Panorâmica de Reykjavik”, durava cerca de 6
horas e sem almoço. Optamos por levar um lanchinho do navio, o que foi uma
ótima ideia!!! Circulamos um pouco pela cidade e arredores até chegar na Lagoa Azul.
A lagoa azul é um spa termal localizado a cerca de 40 km de Reykjavik, em uma área geotérmica. A água da lagoa é salgada e tem uma temperatura de 38⁰C. Além do efeito relaxante de suas águas quentes em um país frio, a concentração de algas e sais minerais é eficiente no combate ao envelhecimento e no tratamento de doenças de pele. No local foi construída uma estrutura de apoio com vestiários, restaurante, spa, etc...
Ao chegar você
recebe uma pulseira eletrônica que controla a entrada, o pagamento e o armário
do vestiário. A entrada dá direito a uma toalha, uma máscara de sílica e a uma
bebida, alcoólica inclusive. Se você pagar o pacote Premium, também dá direito
a um roupão e chinela de borracha e mais algumas coisinhas (https://www.bluelagoon.com/).
Ao entrar, homens e mulheres se separam e
entram nos seus vestiários ondem deixam suas coisas nos armários e vestem a
roupa de banho. É necessário tomar banho de chuveiro, com sabonete e sem roupa.
Nos chuveiros há sabonete líquido, shampoo e condicionador, e creme hidratante
corporal. Como a água da lagoa é muito rica em sílica e outros minerais, isso
deixa os cabelos muito duros. Então, ou você não molha os cabelos, ou enche
eles de condicionador. Eu optei por colocar uma touca de banho e não molhar.
Depois do banho, a gente segue para a água
quentinha da lagoa, que na verdade é um piscinão, e fica já de molho. Num canto
tem um “Mud bar”, onde a gente pega a máscara para colocar no rosto. E lá fica
todo mundo com a cara branca. Há uma máscara verde, mais elaborada, a um custo
adicional.
Passado o tempo estipulado pela excursão,
voltamos ao vestiário para banho, troca de roupa etc. Os encarregados pela
excursão no navio não nos avisaram que não precisava levar toalha etc já que tinha
tudo no complexo. Tem até saco plástico para colocar a roupa molhada.
Na saída do complexo tem uma lojinha que
vende vários produtos à base dos minerais e da lama da lagoa.
Ao sairmos de lá viemos por um longo
percurso por um panorama vulcânico e bem desértico de volta à Reykjavik. Nosso
guia não parava de falar, e pior, era gago!!! A excursão era em italiano e
espanhol, e ele que falava em italiano deveria parar para a outra guia falar em
espanhol, o que ele não fazia, então as informações estavam sempre defasadas.
Muito ruim!!!
Em Reykjavik demos um giro pelos bairros da
cidade ouvindo um pouco da sua história. A cidade não é muito grande, mas é
organizada, bem limpa e arborizada. Alguns bairros são bem bonitos, e outros
nem tanto. Os mais periféricos até são feinhos.
Paramos em uma atração chamada Perlan, um
centro de exibição de ciências e um museu da natureza, onde você pode ter uma
ampla visão das maravilhas da Islândia. No topo desse prédio há um observatório
de onde se tem uma bela vista da cidade em 360 graus.
Como chovia o tempo todo, o passeio e as
fotos ficaram prejudicados.
Passamos pela catedral, que tem um formato
futurístico, mas não entramos; em frente há uma estátua de um viking que
explorou a região indo até a Groenlândia e a América.
Mais adiante vimos o Parlamento e o prédio
da Ópera – Harpa - e o centro e voltamos
ao navio.
À noite tivemos nosso show – Dancing Hats,
bem interessante e não fomos à festa Hollywwod pois além de cansados, a
alvorada no dia seguinte seria muito cedo pois tínhamos mais uma longa excursão
pelas belezas da Islândia.















































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